Pedro Henrique Freire *
Esta semana mesmo estava lendo uma matéria sobre um encontro de escritores em Brasília. Eles participariam de um debate sobre crônicas. Zuenir Ventura – escritor, jornalista e cronista – dava a seguinte declaração: “Recebo textos muito bons pela internet e quando um jovem me pergunta como se faz para publicar um livro, eu logo o aconselho a montar um blog”.
Esta semana mesmo estava lendo uma matéria sobre um encontro de escritores em Brasília. Eles participariam de um debate sobre crônicas. Zuenir Ventura – escritor, jornalista e cronista – dava a seguinte declaração: “Recebo textos muito bons pela internet e quando um jovem me pergunta como se faz para publicar um livro, eu logo o aconselho a montar um blog”.
A lâmpada da boa idéia, com certeza, acendeu sobre a cabeça de muitos que receberam esse conselho.
Assim que tive conhecimento, pelo Briba (DB), da existência do heróico Filhos da Pauta, fiquei curioso e, de cara, com vontade de colaborar. Conversa vai, conversa vem, ele pediu que eu “escrevinhasse” um texto qualquer. “Já era tempo”, pensei eu, que estava quase me oferecendo para escrever algo. Dias depois do convite, o blog publicou Você não sabe de nada, em 4 de maio deste ano.
De lá pra cá, adentrei o universo dos blogs e, por isso, compreendi logo de cara o conselho do colega de profissão Zuenir Ventura. São espaços democráticos, com capacidade de abranger temas impossíveis de se imaginar. Além disso, temos a possibilidade de criar veículo direcionado, como é o Filhos da Pauta.
Assim que tive conhecimento, pelo Briba (DB), da existência do heróico Filhos da Pauta, fiquei curioso e, de cara, com vontade de colaborar. Conversa vai, conversa vem, ele pediu que eu “escrevinhasse” um texto qualquer. “Já era tempo”, pensei eu, que estava quase me oferecendo para escrever algo. Dias depois do convite, o blog publicou Você não sabe de nada, em 4 de maio deste ano.
De lá pra cá, adentrei o universo dos blogs e, por isso, compreendi logo de cara o conselho do colega de profissão Zuenir Ventura. São espaços democráticos, com capacidade de abranger temas impossíveis de se imaginar. Além disso, temos a possibilidade de criar veículo direcionado, como é o Filhos da Pauta.
É por isso que o Ventura enaltece: “Talvez o blog foi a coisa mais importante que surgiu no mundo da comunicação nos últimos anos. Eles permitem uma individualidade absoluta e essa liberdade técnica e de criação é uma coisa muito nova”. Concordo!
E por muito concordar que venho a público agradecer o convite aos fundadores Léo Alves e Daniel Brito. Faço parte dessa equipe com muito gosto. Hoje, dia em que fui efetivado como integrante dela, posso afirmar que meus olhos de repórter são também olhos de “blogueiro”. Afinal, sou um filho da pauta.
E por muito concordar que venho a público agradecer o convite aos fundadores Léo Alves e Daniel Brito. Faço parte dessa equipe com muito gosto. Hoje, dia em que fui efetivado como integrante dela, posso afirmar que meus olhos de repórter são também olhos de “blogueiro”. Afinal, sou um filho da pauta.
Agora, o DB vai ter que inventar outras frases para justificar os asteriscos no meu nome.
* O mais novo Filho da Pauta
* O mais novo Filho da Pauta
7 comentários:
Realmente, Grande Predo, acho que este foi o último asterisco após seu nome no nosso humilde blog.
Seja bem-vindo aa esta aventura jornalística e boa sorte para todos nós na tarefa quase que diária de atualização deste veículo de "liberdade técnica", como classificou Zuenir Ventura.
O asterisco não precisa ser reinventado. Ele vai desaparecer. Seja bem vindo. Sua contribuição será (já é) superimportante para a atualização desse, como disse DB, humilde, porém heróico, blog. Vamos em frente.
Muito obrigado, companheiros. A extinção do asterisco é o símbolo da minha mais nova condição: a de Filho da Pauta. Mais uma vez, é um grande prazer fazer parte desse blog.
Abração
Bom, mas muito viadinho o texto. Blog é realmente interessante. É democrático e dá liberdade para escrever sobre qualuqer assunto. Abraços.
mas a liberdade tem limites e exige respeito. tudo tem um jeiro de se dizer. mas alguns preferem usar a liberdade de forma errada. e a democracia perde. bom texto. nada de viadinho.
Textos bons, didáticos, parciais (com opiniões incisivas) e que fogem do cotidiano. O Filho da Pauta está de parabéns.
Um texto bem escrito nos informa sem que percebamos, é leve. E tal naturalidade e sensibilidade nos da pistas da personalidade do proprio autor. Talvez o tal "viadinho" se refere a frieza e a castração da atual internet, onde meias palavras e caretinhas tentam substituir a tal sensibilidade, perdida ou enrrustida... Ai esta o sinal da lingua viva, sempre em constante atualização "reciclagem".
Cabe a nós separar o que presta!
O Rafael acima disse tudo.
Abraços
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